Na noite desta terça-feira (23/02), a equipe do CPU da 29ª CIPM (sargento J. Nunes) encontrava-se em patrulhamento pelo Setor Conjunto Vera Cruz I, quando foi solicitada por duas vítimas de assalto.  Segundo elas, estavam no interior da Pizzaria “Pizza Z”, quando dois indivíduos adentraram ao estabelecimento comercial e anunciaram o roubo, vindo a subtrair celulares, objetos pessoais e valores em dinheiro. Disseram também, que um dos autores do roubo estava armado de revólver e foi muito violento, vindo a efetuar um disparo no interior do comércio e evadiu-se, em seguida, num veículo (Ford/ka de cor preta) para destino ignorado.

De posse dessas informações, os militares iniciaram uma varredura pela região, obtendo êxito em localizar o referido carro, procedendo a abordagem policial em dois indivíduos que estavam próximos a ele. Inicialmente, nada foi localizado com os suspeitos, mas ao aprofundar a busca no automóvel, foi encontrada uma arma de fogo, do tipo revólver, calibre 38, de n° 583861, com 02 (duas) munições intactas e uma deflagrada.

Ao indagar os abordados sobre a procedência do objeto, eles disseram que era de uso pessoal/alto defesa e não para a prática de atos criminosos. Em continuidade com a busca, foram localizados 07 (sete) aparelhos de celular de marcas variadas, R$ 3.522,00 (três mil quinhentos e vinte e dois reais) em espécie, carteira de bolso de uma das vítimas, que continha documentos pessoais e cartões bancários, além de pertences de outra vítima, um dos aparelhos de celular recuperados.

Além disso, havia também uma identidade de outro suspeito, sendo constatado, posteriormente, que este era um dos principais membros do grupo, reconhecido por todas as vítimas como um dos autores do roubo. Diante do flagrante de ilicitude, solicitou-se a presença do Serviço de Inteligência da 29ª CIPM, a fim de poder diligenciar no sentido de localizar o envolvido, porém, sem êxito.

Desta forma, os abordados foram conduzidos a Central de Flagrantes, onde foram autuados pelo crime de receptação (art. 180 do CPB), haja vista as vítimas não os reconhecerem como partícipes do roubo, além de um deles ter sido enquadrado também pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido (art. 14 da Lei n° 10.826/03), ficando à disposição da autoridade policial.

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